Libertadores: 34 anos do primeiro título
30 de julho de 1976. Essa é uma das datas que precisam ser guardadas na memória de cada torcedor Cruzeirense. Neste dia, em um palco especial, o estádio Nacional de Santiago do Chile, o Cruzeiro derrotou o River Plate, da Argentina, por 3 a 2 e conquistou o seu primeiro título da Taça Libertadores da América.
Uma história que começou em 1967, com Tostão, Evaldo, Dirceu, Raul e companhia ltda atingiu o seu primeiro ápice tendo dois representantes dessa geração em campo: Piazza, o grande capitão e Raul, a segurança da equipe. Além deles, não dá para esquecer de Palhinha, Nelinho, Joãozinho e companhia Ltda.
Por falar no João, ah meu amigo, agradeço por sua ” irresponsabilidade”. Se não fosse sua “arte”, o gol do título não seria tão fácil. Afinal, a defesa argentina esperava mais um petardo de Nelinho, mas não contavam com a impetuosidade e coragem do bailarino da Toca.
Vale lembrar que o Cruzeiro não ganhou a Libertadores apenas dentro do campo. Os guerreiros dos gramados lutaram fora dele também. Pouco mais de 500 torcedores estrelados encararam o frio e mais de 30 mil argentinos que compareceram a capital chilena certos que voltariam com o titulo para Buenos Aires.
Por fim, não poderia deixar de citar aqui Jairzinho e o saudoso Roberto Batata. Morto em um acidente de carro durante a competição, o atacante ganhou de presente este título que simbolizou uma geração e ficou marcado na memória e na história de toda a torcida cruzeirense.
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Essa histórica conquista merece ser lembrada, relembrada, cantada em prosa e verso e enaltecida, sempre! Heróis os jogadores de 1976. Não há palavras que alcancem a dimensão daquela conquista da Libertadores de 1976. Até hoje é o time que conquistou a Libertadores da América, em seus 51 anos de existência, com a melhor campanha de um time campeão. Nenhum outro campeão da Libertadores conquistou a mesma com campanha tão expressiva como a do CRUZEIRO em 1976.
Saudações Celestes!